

ANTES
DEPOIS
Terraço de coberturaPavimento em lajeta exteriorLavagem a pressão controlada

A lajeta exterior é porosa: absorve água, retém sujidade e serve de suporte a musgo, algas e depósitos calcários. Ao fim de alguns invernos o terraço muda de cor — e, molhado, passa a ter aderência a menos. Lavamos com pressão ajustada ao material, tratamos a colonização pela raiz e encaminhamos a água suja para fora do pano.
Visita técnica e orçamento sem compromisso. Respondemos em 24 horas úteis.
O pavimento exterior degrada-se devagar e sempre pelas mesmas zonas: onde o sol não chega, onde a água fica parada e onde a folhagem se acumula. Quando a mancha já se vê da rua, o filme biológico está instalado há vários invernos.
Identificamos o material do pavimento, o estado das juntas e o percurso da água. Depois testamos numa zona discreta: interessa a pressão mais baixa que limpa, não a mais alta que a máquina dá.
Mobiliário, floreiras, equipamentos e vãos protegidos ou deslocados. Folhagem, terra e resíduos soltos saem primeiro a seco — dentro de água espalham-se pelo pano todo e acabam no ralo.
Lavagem pano a pano, no mesmo sentido e à distância definida no teste, para não deixar marca de passagem. Onde há musgo e algas entra a seguir o tratamento, que ataca o que fica agarrado à porosidade.
A água suja é encaminhada e recolhida, não empurrada para o ralo mais próximo com a sujidade dentro. No fim desobstruímos ralos e caleiras, enxaguamos o pano e percorremos o terraço com o cliente, com entrega do relatório fotográfico de antes e depois.




A lajeta estava uniformemente escurecida, com crosta esbranquiçada nas zonas de maior exposição e musgo instalado nas juntas. Foi lavada pano a pano, com a mesma pressão do princípio ao fim para não deixar marca de passagem. O que aparece do lado direito não é lajeta nova: é a cor que estava por baixo.



A lavagem devolve a cor à lajeta e tira o que a torna escorregadia. Não fecha uma junta aberta nem substitui uma tela. Quando há mancha no teto do piso inferior, o problema está na camada de impermeabilização por baixo do pavimento — e essa não se trata com água e pressão. Nesse caso dizemo-lo na visita, e mostramos onde está, antes de haver orçamento de lavagem.
Lavar o pavimento parece trabalho de chão, e é, até à faixa junto à guarda e ao remate com a parede, que é onde a lança tem de chegar e onde a laje acaba. Nessa faixa a equipa trabalha presa, e nas coberturas sem acesso pelo interior é por corda que se chega lá acima com a máquina.

Damos um valor preliminar a partir de fotografias e um orçamento fechado após visita técnica — sempre sem custo.
Quando a água já passa para o piso de baixo, o problema está por baixo do pavimento.
Ver serviço →Musgo e líquenes na telha alimentam a sujidade que desce para o terraço e para as caleiras.
Ver serviço →Guardas em vidro, envidraçados e paredes exteriores, tratados no mesmo acesso.
Ver serviço →Danifica, se for a pressão errada. A lajeta exterior é porosa, e uma lança demasiado perto ou demasiado forte abre-lhe a superfície e descalça as juntas — o terraço volta a sujar mais depressa do que antes e fica com marcas de passagem que não saem. Por isso a pressão e a distância são fixadas num teste numa zona discreta, antes de se começar o pano.
Não é a lajeta: é o filme biológico que se instala nela. Algas e musgo formam uma camada que, molhada, tem muito pouca aderência — e é onde ocorrem as quedas em terraços e escadas exteriores. Num espaço de uso comum isso é matéria de segurança, e não só de aspeto: costuma ser o argumento que decide a assembleia.
Depende da exposição. Um terraço ao sol, sem árvores por cima, aguenta bem dois a três anos. À sombra, junto a vegetação ou com humidade permanente, a colonização reaparece mais cedo. O tratamento aplicado no fim da lavagem atrasa o regresso; sem ele, o que ficou agarrado à porosidade volta a crescer no primeiro inverno.
É encaminhada e recolhida, não empurrada para o ralo mais próximo. O que sai da lajeta é terra, musgo e crosta: mandado em massa para a rede, assenta no tubo e acaba por entupi-lo. Os resíduos saem a seco sempre que possível, e os ralos e as caleiras ficam desobstruídos no fim dos trabalhos.
É preciso libertar o pano. Mobiliário, vasos e estendais deslocam-se ou protegem-se — fazemo-lo nós no início e repomos no fim. Se houver peças fixas, pesadas ou frágeis, é melhor sabê-lo na visita técnica do que no dia da obra.
A lavagem, sim. O tratamento antimusgo é que precisa de algumas horas sem chuva depois de aplicado, senão sai com a água antes de atuar. Em Portugal isso raramente impede a obra, mas condiciona o dia em que se marca.
Sim. É o mesmo trabalho e a mesma decisão de pressão: varandas, escadas exteriores, pátios, zonas de acesso comum e terraços de cobertura. Em varandas com guardas em vidro, a lavagem do vidro pode entrar no mesmo dia.
Com fotografias do terraço, das juntas e dos ralos conseguimos dar um valor preliminar antes mesmo da visita técnica.
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